Ó meu Jesus, lutarei por vosso amor até à noite da minha vida.
Boa Tarde! São José dos Campos, quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Avisos Paroquiais
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SE UTILIZAMOS OS ÓRGÃOS DE UM INDIVÍDUO QUE TEVE MORTE CEREBRAL DECLARADA, ENTÃO, QUAL A DIFERENÇA DE INTERROMPER UMA GRAVIDEZ DE UM SER SEM CÉREBRO OU COM O CÉREBRO DEMASIADAMENTE PEQUENO, NO QUAL NÃO HÁ OCORRÊNCIA DE ATIVIDADE NEUROLÓGICA?


29/04/2012

Perguntas enviadas por Rafael F. Cominato

O que constitui a morte cerebral é a perda irreversível da função do tronco encefálico com a consequente perda da capacidade de ter consciência e da capacidade de respiração espontânea.
Mas quando falamos das crianças anencéfalas a situação é outra.
O termo anencefalia é impróprio, pois o encéfalo compreende várias partes: o cérebro, o cerebelo e o tronco encefálico. A criança anencéfala pode não possuir boa parte do cérebro, mas necessariamente possui o tronco encefálico, sem o qual não poderia sequer desenvolver-se e crescer. É o tronco encefálico que rege as funções vitais como, por exemplo, os batimentos cardíacos.
Então, não se pode dizer que a criança anencéfala não tenha sistema nervoso central funcionando e, portanto, não faz sentido dizer que ela esteja em estado de morte cerebral ou que nela não há vida.
À primeira vista parece ser a mesma coisa, mas de fato não é. É preciso tomar cuidado para que os valores cristãos não sejam postos em dúvida pelos argumentos que parecem perfeitos na sua forma mas não o são na sua realidade mais profunda.

Pe. Edinei Evaldo Batista
Administrador Paroquial

 

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