... Pensar em uma pessoa que se ama é rezar por ela.
Bom Dia! São José dos Campos, terça-feira, 24 de outubro de 2017

Avisos Paroquiais
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A IGREJA É A FAVOR DA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS? QUAL O CONCEITO DE MORTE, PARA A NOSSA IGREJA?


22/04/2012

A obtenção de órgãos de doador vivo tem sido muito utilizada, mas é questionável desde  o ponto de vista ético por causa do risco a que se a pessoa se expõe, entre outras questões. Mesmo no caso daqueles órgãos que são duplos ou daqueles que podem se regenerar, estamos diante de uma situação complexa a que ninguém está obrigado, mas que não constitui um erro caso seja feita a doação, antes é algo digno de louvor e um gesto de verdadeira caridade.
Porém, quando se trata de doador cadáver não há nenhum problema, desde que seja  decretada a morte da pessoa pela autoridade médica e respeitado o consentimento do falecido e de sua família. Nesse caso o maior desafio está na questão dos critérios para a declaração da morte.
A Igreja afirma, de acordo com a ciência médica, que morte é a cessação de toda manifestação de vida no organismo e do seu conjunto. É o limite para além do qual não é possível o retorno ou a reanimação do indivíduo. Cabe à medicina a tarefa de declarar o momento em que isso se dá e ela o faz pela constatação da perda irreversível da função do tronco encefálico que envolve necessariamente a perda da capacidade de ter consciência e da capacidade de respiração espontânea . Para que tal constatação seja ética deve ser feita através de tecnologias especializadas.

Pe. Edinei Evaldo Batista
Administrador Paroquial

 

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